quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SUA FONTE DE VIDA OU SEU INIMIGO INVISÍVEL? VOCÊ ESCOLHE!


Todos nós sabemos que a água é fundamental nas nossas vidas, podemos ficar sem comer por dias mas não aguentamos ficar sem água, ela é nossa fonte principal de vida. Atualmente não vivemos numa boa época em relação a qualidade da água no nosso planeta, a fonte está se esgotando e o lixo jogado nos nosso rios e mananciais está destruindo a água pura que tínhamos.
Mas mesmo assim os Estações de tratamento de água fazem o melhor que podem, só que são obrigadas a usar alto nível de substâncias químicas como o cloro, flúor, sulfato de alumínio, cal, ferro,etc. Mas aparentemente não conseguimos visualizar estas substâncias assim como não conseguimos visualizar as bactérias que vivem na água, sendo assim, ela pode se tornar um inimigo invisível, pois o fato de ser transparente não significa que seja pura.

Quem se ama, se cuida


Cuide da sua pele e do seu cabelo assim como você cuida da sua alimentação e da qualidade da água que consome, somos 70% de água assim como a Terra, a qualidade da nossa hidratação diária depende muito do nível de consciência e educação. Passe adiante informações sobre a água para assim elevarmos o grau de saúde da nossa população que está ainda muito carente neste aspecto.
Somos responsáveis pela saúde do lugar onde vivemos e do corpo que habitamos.

Se você toma banho sem filtro, você está absorvendo excesso de cloro na pele e no cabelo


Muito importante lembrar que as pessoas não costumam usar filtros no seu chuveiro, pois apenas se preocupam com a água que irão beber, mas esquecem que tomam banho todo dia e assim absorvem o cloro na sua pele, cabelo e olhos, causando envelhecimento precoce, ressecamento cutâneo, irritação nos olhos e alergia em geral. Se a água estiver quente a situação é ainda pior, pois seus poros abrem mais e assim o cloro entra com maior facilidade, tanto pela pele, quanto pelas vias respiratórias, indo diretamente aos seus pulmões e corrente sanguínea, causando alergias, asmas e vários tipos de câncer.
Os filtros balanceiam o PH da água, removem o cloro, previnem doenças e não causam ressecamento na pele e no cabelo e remove todo tipo de odores.
Muitos dermatologistas aconselham filtrar a água do chuveiro para a melhora na saúde e para os produtos de pele e cabelo terem melhores resultados. Tudo isso porque o índice de cloro nas águas domésticas são elevados e devemos nos proteger para a melhora na qualidade da água que ingerimos e absorvemos todos os dias.

ÁGUA CLORIFICADA -02/11/2009 By Wellington Lisboa de Sena

Cloro

O cloro é o principal desinfetante usado para purificar a água de beber. Ele impede muitas doenças levadas pela água, como febre tifóide, cólera e desinteria. Porém, deve-se compreender que:

1. O cloro é uma das substâncias mais tóxicas que se conhece [era usado para matar soldados na Primeira Guerra Mundial]. Ele resseca sua pele, destroi seu cabelo e acaba com as bactérias benéficas que moram no seu intestino;
2. Os subprodutos do cloro (tal como clorofórmio e vários outros), que se encontram na água de beber, são todos produtos comprovadamente carcinogênios;
3. De acordo com o US Council on Environmental Quality, o risco de câncer entre pessoas que bebem água clorada é 93% maior do que entre aquelas onde a água não contém cloro. Existe uma maior incidência de câncer do esôfago, reto, seio e laringe e uma maior incidência da doença de Hodgkin entre as pessoas que bebem água clorada;
4. O cloro tem implicações fortes como o fator principal no surgimento de arterosclerose e os seus resultados de ataques cardíacos e enfartos;
5. Como o cloro estreita os vasos sangüíneos que alimentam o coração, ele também estreita os vasos sangüíneos que alimentam o cérebro. Conseqüentemente, o cloro tem sido indicado como um fator relevante no aparecimento da senilidade.

O perigo nas Bombonas de água mineral - Você pode contrair uma bactéria hospitalar


Você já parou pra pensar como aquele garrafão de água mineral de 20 litros chega em sua casa?
Você usa um e eles trazem outro, você sabe de onde veio?
Poderia estar vindo de um hospital, de uma cadeia, de um lugar contaminado onde exista ratos e baratas, assim como de um lugar com alto contato com o sol fazendo uma fotossíntese e de motos que carregam junto com o gás de cozinha.
Você já deve ter visto que as embalagens de água mineral são feitas de PVC, um material extremamente tóxico, na maioria dos países é considerado proibido, e jamais reciclado. Afinal, não adianta passar um "alcóolzinho" para matar bactérias.
1 em cada 3 Galões apresenta irregularidades, na maioria das vezes, contaminação por bactérias. Em São Paulo as amostras são colhidas nos pontos de venda e analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz. Os resultados revelam a presença de micróbios que podem causar doenças, entre os microorganismos mais encontrados, estão os coliformes fecais.
Ricardo Signorelli, diretor da Associação Brasileira da Indústria de Água Mineral, afirma que é necessário atenção ao transporte do produto e que a exposição ao sol prejudica a qualidade da água e dificulta a assepsia dos galões; e também há o problema dos clandestinos, que aproveitaram o crescimento do mercado para vender água em galões, muitas vezes, sem nenhuma condição de higiene.
Vale lembrar que a água mineral é saúdavel se consumida em embalagens de até 5 litros e não em exagero pois contém sódio, assim o melhor seria deixar a opção da água mineral para quando estiver na rua. Por isso que aconselhamos as pessoas a terem sua própria fonte de água em casa, como um purificador ou processador de água de alta qualidade, pois também de nada adiantaria apenas um filtrinho para retirar a turbidez e permanecer toda parte química e bacteriológica. Aconselha-se também a manter a caixa da água limpa, fazendo higienização a cada 4 meses. De preferência usar a água do purificador ou mineral para lavar todos os alimentos e cozinhar, só não é necessária para lavar a louça.

Histórico


Obter água em quantidade suficiente e com qualidade adequada para o consumo sempre foi uma grande preocupação para o homem. Em princípio preocupava-se apenas com o aspecto estético, rejeitando as que apresentavam cor, odor, sabor e/ou turbidez. Posteriormente procuraram adequá-las utilizando uma simples decantação, ou associando uma filtração em leito de areia, de modo a promover a clarificação.

Como a contaminação da água da fonte não alterava suas característica estéticas, verificou-se que o odor, sabor, cor e turbidez não eram critérios suficientes para atestar a qualidade da água e que havia a necessidade de se aprimorar os recursos de tratamento da água de modo a garantir também a sua qualidade sanitária.

Com as contribuições de Schwam, Pasteur, Koch e outros cientistas, para o avanço dos conhecimentos da bacteriologia e das técnicas de detecção de organismos patogênicos, e a comprovação da eficiência do cloro não só na remoção de odor, mas também na eliminação ou inativação destes organismos, iniciou-se um grande progresso na tecnologia de tratamento de água.

Perigos do Cloro


"De acordo com um artigo publicado pelo boletim da Associação Vida Saudável a química do cloro é causa de diversos problemas meio-ambientais. Entre eles figuram os gases que contém cloro, como são os clorofluorocarbonos que destroem o ozono da estratosfera e são potentes gases de forte intoxicação; Os pesticidas organoclorados como são DDT (dirclorodifeniltricloroetano) que prejudicam a capacidade reprodutora de numerosas aves e que os efeitos tóxicos do agente laranja usado na guerra do Vietname persistem e continuam a provocar mortos 25 anos após.
A indústria do cloro é a causa da formação das dioxinas, agentes cancerígenos e teratógenos com uma toxidade determinada pela quantidade e a exposição ao cloro.

As dioxinas são tóxicas porque, mesmo em pequenas quantidades, são muito potentes e comportam-se como se fossem hormonas naturais, actuando dentro das células do nosso organismo.
De 1 a 5% do cloro é utilizado para tornar a água potável, sendo este um dos poucos usos admissíveis do cloro (existindo contudo alternativas). Com efeito, já há diversas cidades europeias como Amsterdã, Paris, Berlim e Munique, que já não utilizam o cloro, visto que a desinfecção da água pode realizar-se utilizando outros meios como o ozonio (mas o custo ainda é muito elevado), a radiação ultravioleta combinada com água oxigenada e em geral, com a prevenção e eliminação da contaminação da água. Para nós, brasileiros, que temos um alto nível de cloro nas águas pré-tratadas deveríamos usar elementos filtrantes de carvão ativado para eliminar o consumo de cloro no nosso organismo.

È importante ressaltar que ao reduzir-se o consumo do cloro para a produção de produtos perigosos como é o DDT, os PCBs e os CFCs que destroem a camada do ozono, o PVC consome já os 40% de cloro produzido na Europa.
O problema que representa o PVC é que não é biodegradável e a sua reciclagem representa enormes dificuldades. De acordo com o artigo, a totalidade de utilizações de PVC são facilmente substituíveis por outros produtos e materiais, como o vidro, cortiça, metal, madeira ou outros plásticos menos tóxicos como o PET (politilentereflalato), o propileno ou o polietileno.
Finalmente, o artigo conclui afirmando que o debate sobre os contaminantes orgânicos persistentes deveriam servir para avançar para uma produção na qual o cloro não tivesse lugar."

Cloro na ÀGUA (THM´s) - Efeitos sobre a saúde

Tem-se demonstrado que o clorofórmio é absorvido rapidamente pela mucosa intestinal quando, contido na água e esta é consumida. Distribui-se através dos tecidos corporais, concentrando-se nas membranas lipídicas e se acumula nos tecidos adiposos com uma longa vida de resistência média. Seu metabolismo tem lugar no fígado e, principalmente, em menor proporção nos rins e outros tecidos. Esta biotransformação, se ocorre, pode convertê-lo em dióxido de carbono, íon cloreto e outros metabólicos não identificados.

Dados toxicológicos demonstram que o clorofórmio, em dose elevada, é um carcinógeno nos roedores (ratos e ratazanas). Como o metabolismo destes animais é qualitativamente semelhante ao do homem, se suspeita que seja também um carcinógeno humano. Estudos epidemiológicos sugerem igualmente este risco.

Investigações recentes assinalaram uma correlação positiva entre os níveis de clorofórmio na água e os carcinomas da bexiga e do intestino baixo.

Vistos em conjunto aos estudos epidemiológicos, proporcionam evidência suficiente para manter a hipótese de que a presença do THM nas águas potáveis representa um risco para a saúde já que podem estar incrementando a mortalidade por câncer. Em conseqüência, devido à existência de perigo potencial para o homem, os níveis de clorofórmio naágua devem reduzir-se tanto quanto permitam as possibilidades tecnológicas e econômicas, tendo em conta a utilização de métodos que não comprometam a proteção quanto enfermidades infecciosas transmitidas pela água.

O controle dos THMs nas águas dos sistemas públicos de abastecimento




Com relação ao controle da concentração dos precursores na água bruta (potencial de clorofórmio), investigou-se as técnicas de coagulação, sedimentação e uso de pó absorvente e carvão ativado granular. Para a remoção do clorofórmio depois de formado, as pesquisas dirigiram-se principalmente para o emprego do carvão ativado granular, pó absorvente e aeração.

O emprego do carvão ativado granular é a melhor técnica entre todas asopções para controlar eficazmente tanto a remoção das substâncias orgânicas como os trihalometanos.

Compete aos responsável pelo serviço de água avaliar a capacidade operacional do processo de tratamento e apurar quais as medidas a serem tomadas na coagulação/decantação para obter melhores resultados na remoção dos THMs. Isto pode incluir a necessidade de aprimorar a coagulação/floculação executando com maior freqüência o ensaio de jar-test e assim variar a dose ou o tipo de coagulante para uma determinada qualidade de água, modificando ainda o ponto de aplicação do cloro para locais com baixo conteúdo de matéria orgânica. As experiências demonstram que a adoção desta prática diminui consideravelmente a concentração dos THMs na água de consumo humano. Portanto, o responsável pela unidade de tratamento de água deve avaliar a possibilidade de alterar o ponto de aplicação de cloro, mas sem prejuízo da segurança bacteriológica da água a ser consumida.

Principais características físicas e químicas dos THMs

Os trihalometanos são, em estado puro, substâncias líquidas (clorofórmio, bromofórmio) ou sólidas (iodofórmio) à temperatura ambiente (10 a 30ºC); de odor característico (uns agradáveis e outros repulsivos); pouco solúveis em água, mas muito solúveis em diluentes orgânicos.

Relativamente ao comportamento químico dos THMs, pode-se dizer que são compostos estáveis, não facilmente oxidáveis e não diretamente combustíveis, não-inflamáveis.

Estão ainda em estudos métodos de análise por reação colorimétrica que apresentem suficiente sensibilidade para detectá-los e medi-los.

As propriedades assinaladas dos THMs nos indicam que sua eliminação da água por uma aeração somente é eficaz nos casos dos mais voláteis e que, uma vez formados durante a cloração sua decomposição é difícil, apresentando resistência à oxidação mesmo por agentescomo o ozônio.

Presença de THM em água clorada




O aumento da poluição dos mananciais, principalmente por compostos orgânicos, provocou uma grande preocupação em se verificar os efeitos causados pela presença destas substâncias na água destinada ao abastecimento público.

Constatou-se que uma grande parte destes compostos orgânicos mesmo em pequenas concentrações, pode provocar problemas de ordem estética e, alguns podem gerar efeitos sérios e irreversíveis sobre o consumidor em função de seu potencial tóxico.

A Environmental Protection Agency (EPA) publicou em 1977 um relatório com o resultado de uma pesquisa efetuada em 113 sistemas de abastecimento, procurando detectar a concentração de 27 compostos orgânicos suspeitos de causar problemas a saúde da população. Dentre estes, 27 compostos verificaram a presença de quatro tipos de trihalometanos, os quais foram detectados em todas as águas que recebiam cloro como desinfetante e em concentrações superiores aos demais contaminantes organo-sintéticos.

Os THMs constituem um grupo de compostos orgânicos que, como indica seu nome, se consideram derivados do metano (CH4) em cuja molécula três de seus quatro átomos de hidrogênio foram substituídos por um igual número de átomos dos elementos halógenos (cloro, bromo e iodo). Estes três átomos de hidrogênio podem estar substituídos por uma só classe de halógenos como é o caso do triclorometano ou clorofórmio, ou por dois diferentes elementos formando o bromodiclorometano ou por cada um dos três como se observa no iodobromoclorometano. Alguns do grupo possuem nomes especiais: clorofórmio, bromofórmio e iodofórmio. Ainda que para ser denominados sejam vistos como precedentes do metano, este gás nada tem a ver com sua formação real nas águas que são desinfetadas com cloro; pois neste meio eles se originam a partir de produtos orgânicos muito mais complexos que o metanol, que são de ocorrência comum nas águas superficiais, os chamados ácidos húmicos e fúlvicos.

Estas substâncias são derivadas da decomposição da matéria orgânica vegetal, sendo constituídas de mistura de polímeros com estruturas aromáticas heterocíclicas, grupos carboxila e nitrogênio. São denominadas "precursores de trihalometanos" e em geral só tem significado sanitário devido à formação dos THMs.

Dados de laboratórios demonstram que algas verdes e algas verdes-azuis (biomassa de algas e seus produtos extracelulares) reagem também com cloro, produzindo THMs.

O cloro como agente oxidante

Desde o primeiro registro do uso do cloro como agente desinfetante para água, em 1896 (Base naval Austro-Húngara de Pola, no mar Adriático); o uso do cloro se disseminou por todo o mundo e hoje 90% das estações de tratamento de água o utilizam. É um monopólio tradicional que nenhum outro produto jamais conseguiu ou igualou.

Nos últimos anos, tem-se testemunhado o crescimento vertiginosono consumo de cloro por parte das empresas de saneamento para fazer frente às diversas ameaças epidêmicas, desde a cólera à dengue.

O cloro não só é um grande desinfetante eficaz, como também possui uma ação oxidante comprovada. Assim sendo é empregado no tratamento da água também para outros fins como: oxidação de ferro e manganês, remoção de H2S, controle de odor, cor, sabor, remoção de algas etc.